16 de dezembro de 2011

Moradia ficou 230% mais cara em Curitiba.

O valor do metro quadrado passou de R$ 1 mil para R$ 2,8 mil, em oito anos.

Oferta para apartamentos de um quarto corresponde a 69% das opções.

O preço dos imóveis em Curitiba ficou 230% mais caro, nos últimos oito anos, e o metro quadrado que em 2003 valia cerca de R$ 1mil passou, em 2011, para R$ 2,8 mil. 


Os dados são da pesquisa Perfil Imobiliário que também mostrou que metade das pessoas ouvidas pretende comprar uma casa em 2012. Este alto índice de procura está ligado, segundo especialistas do setor imobiliário, ao aumento da renda da população e das oportunidades de crédito.

A Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado (Ademi) e o jornal Gazeta do Povo são os responsáveis pelo estudo, que ouviu 1084 pessoas.

“A explicação do metro quadrado era uma demanda reprimida que a cidade tinha. De 1998 a 2003 praticamente foram nulos os lançamentos em Curitiba e isso criou uma demanda natural na cidade que está sendo atendida agora pelo mercado imobiliário”, justificou Gustavo Celig, presidente da Ademi.

De acordo com o estudo, os imóveis mais procurados são aqueles que custam de R$ 120 mil a R$ 300 mil. O Perfil Imobiliário indicou ainda que nove em cada dez entrevistados têm o intuito de adquirir uma residência menor e na região central da capital. A oferta de apartamentos menores corresponde a 69% das opções. Em 2003 a participação destes imóveis era de 36%.

Em busca de comodidade, o servidor público Marcel da Silva vai trocar um apartamento mais espaçoso em um bairro da cidade para morar em um mais compacto na região central. Segundo ele, o trânsito está cada vez mais complicado e o centro oferece uma melhor estrutura. “Para que eu possa aposentar o carro, pelo menos dar uma boa aliviada”, disse Marcel da Silva.

O servidor acredita que morar perto do trabalho pode refletir em uma melhor qualidade de vida, uma vez que terá mais tempo livre.

A busca por apartamentos menores está atrelada também ao público jovem, que está comprando a casa própria mais cedo, antes dos 30 anos. “Eles buscam imóvel menor, porque geralmente são solteiros ou recém-casados, e buscam uma localização privilegiada”, afirmou Celig.

Serviços:

Avaliação e Venda de Imoveis: Curitiba (PR), Rio de Janeiro e São Paulo




Matéria: g1.globo.com

Edição e Publicação | Equipe | Imovel e Dicas

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