6 de janeiro de 2012

Imóveis de um Dormitório tem "Valorização" Recorde.

ofertas de imoveis



Quem pretende comprar um imóvel novo de um dormitório na capital paulista pode preparar o bolso. 





De acordo com levantamento da Geoimovel, a média de preço de cada unidade lançada no ano passado na cidade de São Paulo foi de R$ 403,5 mil, o que significa um crescimento de 19,5% em relação à média dos lançamentos de um dormitório em 2010 – R$ 338 mil.

Segundo a pesquisa, Moema é o distrito onde o metro quadrado dos apartamentos de 1 dormitório é o mais caro – R$ 12.357. Em segundo lugar, aparece o Jardim Paulista, onde o preço médio do metro quadrado em 2011 foi R$ 11.049.

O Itaim Bibi aparece em terceiro lugar. Por lá, o metro quadrado desses apartamentos custa, em média, R$ 10.757.

Na ponta oposta, o Jaraguá apresentou o preço por metro quadrado mais barato entre os distritos da capital paulista, de R$ 3.065, seguido por Campo Limpo (R$ 3.137) e Cidade Dutra (R$ 3.582).

Em média, o metro quadrado dos imóveis de um dormitório custa R$ 8.616, segundo os dados da Geoimovel.

Itaim Bibi concentra maior número de Lançamentos: 

De acordo com o levantamento, o Itaim Bibi foi o distrito com mais lançamentos de um dormitório em 2011. Foram 736 unidades em um total de 7 lançamentos. O bairro do Cambuci aparece em segundo lugar, com 616 unidades lançadas, seguido pela República (513 unidades) e Bela Vista (355 unidades).

"O Comprador não Suporta mais Aumentos", diz Incorporador! Para Adalberto Bueno Netto, solução é reduzir custos para não aumentar ainda mais os preços.

ofertas de imoveis

As incorporadoras terão que atuar fortemente no controle de custos em 2012. 

De acordo com Adalberto Bueno Netto, presidente da Bueno Netto Empreendimentos Imobiliários, não há mais margem para altas nos preços dos imóveis nos próximos meses. "O comprador não suporta mais aumentos. 


E não podemos trabalhar contra o mercado", disse hoje (7) durante o evento "Perspectivas para o Brasil em 2012 e tendências do setor imobiliário", realizado pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo), na capital paulista.

O problema, segundo Netto, é que não há perspectivas de baixa nos custos dos terrenos e da mão de obra, o que deverá pressionar incorporadoras a buscarem soluções para reduzir os custos e, assim, não aumentar os preços de venda. 

Para o empresário, a solução é, no âmbito empresarial, aumentar a produtividade em canteiro, por meio do treinamento da mão de obra e da mecanização das obras. E, no âmbito setorial, trabalhar junto ao poder público para desonerar a cadeia da construção civil. 

"Em São Paulo, além de todos os tributos, em muitas regiões temos que comprar Cepacs (Certificados de Potencial Adicional de Construção), que na prática é uma taxa. Somando isso tudo, temos cerca de 50% de carga tributária em um empreendimento", disse. 

Serviços:




Matérias:

Diego Lazzaris Borges - Infomoney 
Gustavo Mendes - Revista Construção Mercado.


Edição e Publicação | Sergio Amaral | Imovel e Dicas.   

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe seu Nome e Email ao final da Mensagem, caso deseje alguma informação específica.

Atenciosamente.

Brasil Brokers Enjoy