26 de março de 2012

Jovens em busca de um Sonho.


Aumento do número de jovens que saem de casa para morarem sozinhos é positivo para o mercado imobiliário. 

Entre todos os estados, os maiores percentuais foram registrados no Rio de Janeiro (15,6%) e Rio Grande do Sul (15,2%). 


A tendência urbana de morar sozinho é o resultado da soma de vários fatores que contribuíram para o aumento das unidades domésticas unipessoais, entre eles o aumento do número de jovens que conquistam a independência financeira cada vez mais cedo e deixam de residir com parentes.

O mercado imobiliário reconhece as novas configurações familiares e lançam espaços adequados à demanda destes compradores de imóveis. 

Localização Adequada:

A presidente da Associação Brasileira do Mercado Imobiliário (ABMI), Virgínia Duailibe, informa que no desenho dos empreendimentos para o público solteiro, as construtoras analisam prioritariamente a localização adequada, e que possa contar com boa infraestrutura de serviços próximos ao empreendimento.


“Em resumo, quando a proposta é desenvolver imóveis para solteiros, são as facilidades reunidas no entorno, à disposição dos moradores, o que primeiro deve ser considerado, além disso, o condomínio deve oferecer em sua área útil itens que reflitam o way of life desses moradores”, avalia.


Outro ponto que vem sendo cada vez mais considerado pelas construtoras e incorporadoras até por demanda do próprio comprador, são os serviços pay-per-use oferecidos pelo condomínio, pois facilitam o dia a dia dos solteiros, onerando somente os que deles lançam mão, completa Duailibe.

Ela lembra que as metragens das unidades projetadas para solteiros são ora criticadas em razão de seu tamanho cada vez menor, no entanto, as incorporadoras têm investido bastante para oferecer formatos de ambientação e de aproveitamento racional dos espaços, nas unidades decoradas. 

O Perfil dos Jovens Solteiros:

O sócio-diretor da Unique Imob Empreendimentos Imobiliários, Phelipe Ranzolin Nerbass, observa que, em linhas gerais, a busca dos jovens solteiros por uma residência começa entre os 25 e 30 anos, quando muitos já terminaram os estudos e estão em um relacionamento sério, pensando em constituir uma vida a dois. 

“Nas classes A e B a busca por quitinetes, flats ou mesmo lofts tem sido bastante comuns nesta faixa etária”. 

Alguns adquirem essas unidades e moram por um tempo até conseguirem ir para um imóvel maior, outros continuam com os pais e usam esses imóveis para renda com locação e vendem no futuro com valorização “, observa o executivo”.

As demandas dos solteiros são variadas, diz o executivo: “Os jovens querem praticidade e buscam, até em função do valor, imóveis pequenos, tipo quitinetes”. 

E por fim um outro grupo de jovens que também não para de crescer são os de jovens separados que moram sozinhos, mais por terem filhos do primeiro casamento, preferem os imóveis de dois quartos, conclui.

Produtos e Serviços Imobiliários:

Ofertas de Imóveis - MG. RJ. SP. 



Por: Maycon Fidalgo.

Edição e Publicação | Equipe | Imovel e Dicas

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