13 de novembro de 2012

Investidor continua "apostando" em Imóvel.

investimento imobiliario



Pequenos investidores continuam acreditando na valorização dos imóveis e compram para revender. 




Veja os resultados da pesquisa realizada pela Datastore, especialista em estudos de mercado para o setor imobiliário:

Entre aqueles com renda acima de 6 salários mínimos, e com 30% de interesse na compra do imóvel em até 2 anos, 40% são investidores. Neste percentual, 70% têm intenção de revender e 30% em alugar ou emprestar para familiares. Ainda segundo o levantamento, 25% destes investidores querem adquirir um imóvel popular.

“A segmentação dos entrevistados e suas preferências em relação ao imóvel, apresentam um panorama do momento que este mercado está vivendo, e a série histórica nos permite traçar cenários futuros” afirma o Presidente da Datastore, Marcos Araújo.

Comparação:

Quando comparado a outros períodos houve uma queda na intenção de compra há médio prazo (2 anos). No mês de maio deste ano, 28% dos brasileiros queriam adquirir um imóvel, o que representou uma queda de 4% em relação a julho de 2010, quando esse número era de 32%.

O cenário é pior entre os investidores que pretendem comprar um imóvel nos próximos 12 meses. Em São Paulo, a intenção de compra de um imóvel caiu de 76% para 47%, o que demonstra que o consumidor e investidor estão comprando de forma mais lenta.

De acordo com Araújo, esses resultados demonstram que há mercado para 2013, mas que a decisão de compra será mais lenta. E essa tendência deve se manter por alguns anos, pois a intenção de compra em curto prazo está relacionada à velocidade de venda dos imóveis, e é preciso haver uma regularização das ofertas. 


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O que significa dizer que as incorporadoras devem continuar comprando terrenos, mas devem ofertar menos e com mais qualidade.




Outra barreira são os imóveis comprados em 2010 e 2011 e que serão entregues no próximo ano, e devem ser financiados com juros mais baixos após a entrega das chaves.

Preferências x Demanda:

A pesquisa também apontou os mercados mais difíceis quando o assunto é imóvel. São Paulo e Rio de Janeiro apresentam excesso de oferta (Imóveis Usados) e estoques (Imóveis Novos), enquanto regiões como Nordeste e Centro-Oeste possuem as melhores oportunidades, geradas pelo crescimento na taxa de natalidade e pelo crescimento da economia regional.

Entre os entrevistados com renda de 3 a 6 salários mínimos, 48% preferem um imóvel com 2 dormitórios, enquanto 52% desejam os de 3 quartos. Dos que possuem renda superior a 6 salários mínimos, 34% desejam imóveis com 2 quartos e 57% preferem de 3 quartos. 

Mas, de acordo com Araújo, mesmo que a preferência por 3 quartos seja maior, o número de negócios fechados com os imóveis de 2 quartos prevalece em função do menor valor.

A mesma situação acontece com as vagas de garagem. Os que querem um imóvel com dois quartos também buscam duas vagas. No entanto, o custo médio de uma vaga é de R$ 25 mil, o que na maioria das vezes inviabiliza a segunda vaga na escritura.  

Pesquisa:

A pesquisa realizada pela Datastore entrevistou 70 mil pessoas nos últimos 3 anos.

Serviços:




Fonte: InfoMoney

Edição e Publicação | Equipe | Imovel e Dicas

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