7 de dezembro de 2012

Mudanças no FGTS e os valores dos Imóveis.

valores dos imoveis


Embora ainda não confirmada! Veja na opinião de especialistas o que a mudança no limite do FGTS de R$ 500 mil para R$ 750 mil influenciaria nos preços dos imóveis. 







O presidente do Secovi-SP, Cláudio Bernardes, afirma que não há uma relação direta entre o aumento do teto do FGTS e uma possível à elevação dos preços.

"Se for aprovada, a medida será uma adequação à realidade do mercado, pois os preços subiram e o limite do FGTS não", diz ele explicando que poderá haver um incremento nas vendas, mas que isso não implica necessariamente na valorização dos imóveis. "As pessoas que não podem comprar por conta do limite, poderão fazer isso, caso seja confirmada a medida".

Já, para o economista Richard Rytenband, independentemente da nova medida, os preços deverão continuar subindo, mas em um ritmo muito mais lento do que ocorreram nos últimos dois anos. 

Alguns dos principais fatores para essa continuidade do aumento dos preços são a alta dos custos das matérias primas para a construção e a valorização da mão-de-obra no setor, ou seja, a construção civil vai continuar tendo altas nas valorizações, mas não por conta desta possível medida do Governo em elevar o teto do uso do FGTS.

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“Os custos da construção civil têm subido mais que a inflação, sendo que o componente que mais contribuiu para isto é a mão-de-obra”, diz Rytenband.






Mesmo com a desaceleração da economia neste ano, os níveis de desemprego permaneceram baixos, representando uma alta demanda por trabalhadores da construção. Para Rytenband, com a retomada do crescimento econômico em 2013, o mercado de trabalho será pressionado, elevando os salários, que aliados aos encargos trabalhistas farão aumentar os custos das construtoras.

O professor de Economia da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Samy Dana, por outro lado, acredita que se a medida do Governo for concretizada, ela poderá influenciar a valorização dos imóveis no curto prazo; já no médio e longo prazos deverá haver um equilíbrio. 

“No entanto, o setor imobiliário continua precisando de juros mais baixos, e de preços razoáveis”. Em relação aos bancos privados, Dana conta que eles vão ter que ajustar suas taxas, já que é um setor importante para a realização de financiamentos imobiliários, e principalmente porque quem faz a gestão de financiamentos pelo FGTS é a Caixa Econômica Federal.

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Edição e Publicação | Equipe | Imovel e Dicas

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