25 de abril de 2013

Como integrar um Projeto imobiliário a Região?

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Conheça 5 formas de melhorar as metrópoles, através de Empreendimentos integrados ao espaço. 







Incentivos fiscais e de construção poderiam fazer as incorporadoras lançarem mais imóveis integrados aos espaços públicos:

Um dos maiores desafios das incorporadoras, e assunto pouco discutido pelo poder público, é de como integrar um empreendimento imobiliário à região onde ele se encontra e fazer com que o prédio traga melhorias para a cidade.

Em geral, quando se pensa em morar em um condomínio, logo vem à mente um local cercado por muros onde o morador possui o que precisa para lazer, como piscina, playground, academia, salão de festas e de jogos, entre outros recursos. Além disso, existe a questão da segurança imposta pelos porteiros, câmeras e garantia de que os filhos não correm perigo.

Por outro lado, a construção de um novo imóvel traz transtornos para a região onde ele será construído, como calçadas e ruas quebradas por causa das obras, aumento do trânsito, sujeira, barulho e poluição. Pensando nisso, o fundador da incorporadora Huma, Rafael Rossi, explica como um empreendimento imobiliário pode ser desenvolvido pensando em uma maior integração com a sociedade. 

“Os empreendimentos terão que ser bons do muro para fora, e não apenas do muro para dentro. A preocupação da integração com o bairro já é uma realidade.” 

Veja a seguir algumas de suas sugestões:

1. Quebrando Barreiras:  

Ao invés de construir muros ao redor de toda a propriedade, os edifícios podem abrir mão de parte do terreno para fazer um jardim ou uma pequena praça entre o prédio e a calçada. O espaço pode ser usado não só pelos moradores, mas também pelos vizinhos e pedestres.

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Seria uma forma de integrar o condomínio com a sociedade, sem criar guetos com muros. 





A Huma irá lançar um imóvel na Chácara Klabin que segue esse modelo de afastar o muro e criar uma área verde para a região, sendo que nessa área serão colocados bancos para que as pessoas possam se sentar e aproveitar o local. Como os muros do empreendimento são altos, não há perda de segurança para os moradores com o projeto inovador.

2. Incluir biciletários no Estacionamento: 

O edifício na Chácara Klabin será construído próximo a duas estações de metrô, Vila Mariana e Chácara Klabin, para que o morador tenha a opção de usar o transporte público. Cada um dos compradores dos apartamentos também vai ganhar uma bicicleta. 

A idéia é que muitos deles possam deixar o carro em casa no dia a dia e usem a bicicleta como um meio de transporte alternativo. São Paulo tem ganhado diversas ciclovias, e nos finais de semana, as ciclofaixas atraem milhares de paulistanos. A bicicleta entrou na pauta dos políticos, com vários candidatos a prefeitos, nas últimas eleições, tendo tocado no assunto, apresentado projetos e até pedalado com os eleitores.
               
3. Construir Praças: 

O Jardim das Perdizes é um bom exemplo. O empreendimento de 250.000 metros quadrados na Barra Funda, em São Paulo, terá um valor de vendas de R$ 4 bilhões e deverá ter um grande impacto no trânsito da região. Umas das contrapartidas oferecidas pela Tecnisa e pela PDG, incorporadoras do projeto, foi doar uma área enorme, de 50 mil metros quadrados, para a construção de uma praça no centro do empreendimento. 

A área poderá ser usada tanto pelos moradores de uma das torres que serão construídas quanto por vizinhos ou por qualquer um que esteja passando na região, ajudando a integrar o projeto com o resto da cidade.

4. Construir parques para as Crianças: 

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O investimento em lazer público ao redor do imóvel é melhor do que um condomínio com tudo dentro dele. 





Na cidade de Lyon, na França, o mercado imobiliário investe em espaços públicos, como playgrounds, onde as crianças possam brincar e conviver com as diferenças de outras classes sociais, oportunidade que elas não teriam dentro de condomínios fechados, e que melhora a capacidade de interação e formação social e intelectual.

5. Construir empreendimentos com Comércios no Térreo: 

Pode ser uma lavanderia, um supermercado ou um restaurante, tanto faz. Mas as pessoas querem morar onde há residências e oferta de lojas e serviços. 

É isso que faz dos bairros do Itaim, Higienópolis e Moema os mais valorizados de São Paulo. As pessoas querem resolver seus problemas a pé. Ter pedestres na rua, na verdade, é um componente de segurança, pois os criminosos ficam mais à vontade em lugares onde não há ninguém. Ou seja, construir um super condomínio cheio de muros passa a falsa sensação de segurança. 

A prefeitura poderia incentivar a construção de comércios nos prédios com incentivos tributários ou permitindo uma área construída maior, caso que acontece na cidade de Nova York. Hoje, em São Paulo, em vários bairros só é possível construir duas vezes a área do terreno. 

Então se o terreno tem 1.000 metros, dá para fazer um empreendimento de até 2.000 metros. Para ir, além disso, é necessário pagar uma taxa à prefeitura, conhecida no mercado imobiliário como "outorga onerosa". A proposta de Rafael Rossi é que o comércio não entre no cálculo do limite de construção, o que incentivaria os empresários a lançar projetos com essas características. 

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Fonte: Info Money

Edição e Publicação | Equipe | Imovel e Dicas

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