2 de outubro de 2015

Revitalização do Mercado Imobiliário.



A Prefeitura lançou hoje o Plano de Habitação Social do Porto, que prevê a produção de 10 mil moradias, nos próximos 10 anos.
  



A iniciativa prioriza o atendimento aos moradores da região. O Plano foi elaborado sob a coordenação da Secretaria Municipal de Habitação e a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (CEDURP), com o objetivo de preservar os que residem na área, além e atrair outras famílias para o local.


A publicação traz medidas inéditas como locação social em cerca de 1.500  imóveis, melhorias habitacionais, regularização fundiária nas áreas de especial interesse social, e provisão de equipamentos públicos. Outra novidade é o edital combinado que prevê a construção de imóvel no Centro, por empresas contratadas para produção de moradias em outras áreas da cidade.

O secretário municipal de Habitação, Carlos Portinho, destacou entre as inovações do plano a participação popular na elaboração do documento. "O Plano do Porto é um modelo de inovação e democracia participativa". Portinho falou sobre a atuação do Conselho Gestor do Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social, com representantes do poder público e da sociedade, na elaboração, discussão e aprovação do documento.

O presidente da CDURP, Alberto Gomes, disse que uma das novidades do plano, é a produção de 20% das unidades habitacionais previstas serem construídas por meio de auto gestão. Ele também destacou a locação social com previsão de aluguéis a baixo custo, uma iniciativa considerada inédita no País. Outra medida é o incentivo ao comércio local, garantindo a diversidade dos negócios e a memória da região.   


Até junho de 2016 a Prefeitura programa um levantamento para identificação de imóveis públicos municipais, estaduais e federais passíveis de desapropriação na Região Portuária, e no Centro.



Atualmente há estoque de imóveis desapropriados pelo município com capacidade de construção de 500 unidades. Além destes existem três empreendimentos de autogestão na região, em terrenos cedidos pelo poder público que somam outras 252 unidades. 

Além da renovação da infraestrutura urbana e ampliação de espaços para desenvolvimento de cultura e lazer, já em execução pelo Porto Maravilha, o plano prevê a construção de equipamentos de educação e saúde proporcionais ao aumento da população.

Revitalizando todo o Bairro:

Excelente iniciativa da Prefeitura (RJ). É necessário destinar também os imóveis, empresas e terrenos abandonados, a reconstrução e utilização destes espaços. Para que isso aconteça 100%, a burocracia e as leis referentes a desapropriações destes imóveis precisam avançar.

Vejam dois exemplos de projetos de revitalização, e como solucionaram este problema:




Casas oferecidas pela prefeitura à população pelo preço de 1 libra (R$ 6,00)! 





Esta foi à solução que a cidade de Liverpool encontrou para recuperar a região de Granby Triangle, em Kensington, onde dezenas de moradias estavam abandonadas.

Em Nova York a ideia é que a estação abandonada de Williamsburg, se torne um lugar de lazer, descanso e de atividades culturais para todos os cidadãos, e quando ficar pronto, pode ser um exemplo mundial de urbanismo sustentável.

O grupo de nova-iorquinos que criou o projeto, espera que os fundos venham de uma combinação de crowdfunding, e incentivo público. Além disso, o aluguel de algumas lojas no parque ajudaria a bancar os gastos.

" As iniciativas destas cidades, aceleram os projetos de revitalização, e acabam chamando a atenção de investidores e moradores, diz Sergio Amaral diretor da Brasil Brokers".

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Colaboração e Edição | Sergio Amaral 

Fonte de Consulta: Prefeitura do Rio de Janeiro. 

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