26 de setembro de 2019

A Hora de comprar seu Imóvel chegou!





A economia brasileira finalmente dá sinais concretos e consistentes de recuperação. 









Embasada na aprovação das reformas e no controle inflacionário e na estabilidade da economia, a Selic, taxa básica de juros que é usada como referência para diversas aplicações em renda fixa, desceu mais um degrau e renovou sua mínima histórica.


A estabilidade da economia, a Selic, taxa básica de juros que é usada como referência para diversas aplicações em renda fixa, desceu mais um degrau e renovou sua mínima histórica. O Comitê de Política Monetária do Banco Central cortou a Selic de 6,5%, patamar em que estava desde março de 2018, para 6% ao ano.

A decisão é comemorada por todos os setores produtivos do País, uma vez que é essencial para acelerar a retomada do emprego e renda, além de diminuir o custo da dívida, o que é muito relevante para um país com alto grau de endividamento como o Brasil, impulsionando novos investimentos e a reativação da economia em geral, especialmente para o mercado imobiliário, que é bastante sensível à taxa de juros. 

“Estamos chegando a um estágio cada vez mais próximo das taxas de juros dos países desenvolvidos. Os Estados Unidos também baixaram os juros, em 0,25 ponto porcentual, o que parece estar configurando um novo patamar para a taxa básica de juros mundo afora”, afirma Basilio Jafet, presidente do Secovi-SP, sindicato que representa o setor imobiliário em São Paulo.

Na avaliação de Jafet, o corte de 0,50 ponto vai estimular a redução das taxas cobradas pelos bancos no crédito imobiliário, criando um círculo virtuoso para o mercado.

Porque o setor imobiliário no Brasil depende tanto da SELIC?

Um dos pilares da economia brasileira, o setor imobiliário no Brasil, historicamente atrelado ao crédito e à renda, vem se recuperando da maior recessão econômica vivida pelo País, em sua história recente, iniciando um novo ciclo de bons resultados, impactado diretamente pela aprovação da reforma da previdência e a queda da SELIC que pode chegar a 5,5% até final de 2019, conforme evolução do cenário econômico.

A queda da taxa SELIC além de fazer a economia crescer, gerando emprego e renda, ela impacta diretamente as taxas de financiamento imobiliário, tornando-o mais barato e mais acessível. E como boa parte dos imóveis vendidos no Brasil dependem de financiamento imobiliário e de renda para serem viabilizados, esse conjunto de fatores combinados com a perspectiva de melhora macroeconômica e consequente aumento da confiança do consumidor, formam o cenário ideal para volta de investimentos e crescimento sustentável do setor.

Como a queda da Selic pode impactar a valorização imobiliária em Brasília.

Os imóveis no Brasil já estão se valorizando desde o final de 2018, após três anos de quedas consecutivas. É o que aponta o IGMI-R (Índice Geral do Mercado Imobiliário Residencial), índice que verifica a variação média nos valores de compra e venda de todos os imóveis comercializados por meio de financiamento no país. 

Em 2018, o IGMI-R registrou alta de 0,64%, depois de quedas sucessivas desde 2015, apontando para uma recuperação e ampliando suas perspectivas de crescimento para reta final de 2019. Com investimentos voltando ao País, geração de emprego e renda, crédito mais barato e mais acessível, e a confiança do consumidor em alta, a demanda por imóveis pode disparar, pressionando os preços dos imóveis para cima e inaugurando um novo ciclo de valorização imobiliária.


Fonte: Imovelweb

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