9 de outubro de 2019

Sustentabilidade a Economia que valoriza o Imóvel.





Entenda os valores que nossa sociedade esta buscando, e para onde estamos evoluindo no mercado da construção civil?








Entender esse movimento é fundamental, planejando e desenvolvendo empreendimentos que entendam as demandas de uma sociedade que busca por soluções melhores do que foi estabelecido no passado.


Com essa mudança de consciência, é necessário repensar sobre como construímos, e o que estamos entregando nos empreendimentos em termos de sustentabilidade, pois os compradores estão buscando mais do que itens de lazer.

É necessário estar atento à mudança, estas tendem a impactar cada vez mais no sucesso de vendas do empreendimento e no retorno do capital investido, um dos fatores que explicam este comportamento do consumidor, é que pessoas com renda para adquirirem um imóvel, estão tendo mais acesso a conteúdos relacionados á sustentabilidade e economia compartilhada.

Inclusive em seu ambiente de trabalho, através de ações produzidas na própria empresa. A percepção de valor dos empreendimentos com captação de água da chuva, painéis fotovoltaicos, medidores individuais de água, e certificações ambientais como o selo AQUA HQE estão aumentando.

Neste último caso, por exemplo, o selo AQUA HQE estabelece 14 categorias de preocupações que devem ser estabelecidas nos empreendimentos, tais como: relação do edifício com seu entorno, conforto hidrotérmico, gestão de energia, gestão da água entre outros.

Inclusive uma das preocupações apontadas pelo selo AQUA HQE, é como os empreendimentos estabelecem suas relações com o ambiente, além do impacto gerado pela construção, ou seja, como estes ao adensar uma população local, influenciam o entorno economicamente.

Uma das construtoras que tem aplicado estes conceitos em seus empreendimentos é a Even, esta tem apresentado melhoras constantes em seus resultados de vendas, principalmente no 4º trimestre de 2018. A empresa já é reconhecida no mercado, por ter a sustentabilidade como um pilar para seu desenvolvimento comercial.



Porém, esse movimento não fica restrito as questões relacionadas á sustentabilidade, mas também envolve a governança corporativa, capital humano, inovação e até economia compartilhada, e são inclusive balizadoras de posições de investimentos em empresas.



Um destes índices é o ESG, que abrange diversas questões, tais como as emissões de carbono, impacto ambiental, cidadania corporativa e desenvolvimento de capital humano. As carteiras de investimentos baseadas neste índice preferem estabelecer seus negócios em empresas com ESG alto.    

Construtoras como a Vitacon (SP) são um exemplo, a mesma recebeu um aporte de investimentos de um fundo americano de 2 Bilhões de Dólares, a empresa além de conceitos inovadores de arquitetura, também investe em retrofits e no desenvolvimento urbano.

Um dos trabalhos emblemáticos da Vitacon (SP) foi lançado no ano passado, e mostra a forma como a Cidade de São Paulo estabelece a economia compartilhada em diferentes projetos, o guia se chama Cidade Colaborativa e mostra iniciativas que estão mudando a forma como entendemos as cidades.

Nos últimos anos, a Vitacon (SP) também apoiou projetos como a série de livros “Como Viver em São Paulo sem Carro”, e colaborou para a revitalização de praças públicas e patrocinou os primeiros parklets da cidade.

É certo que um empreendimento imobiliário influencia em seu entorno, e ao entender as personas do futuro comprador, e analisar estes dados, as campanhas ficam mais eficazes. O que é melhor, disponibilizar um espaço fitness no condomínio ou estabelecer uma promoção em uma academia próxima aos compradores?

A resposta depende do estudo das personas, um empreendimento pode obter melhores resultados de vendas, diminuir custos do condomínio e ainda promover a economia local, através deste conhecimento.

E novamente a Vitacon (SP) vem liderando essa tendência no mercado imobiliário brasileiro, com os lançamentos dos primeiros empreendimentos equipados com bicicletas e carros compartilhados, além de serviços disponíveis sobre demandas, como limpeza e concierge.

Mas para o comprador de imóveis, o que realmente tudo isso importa? A verdade é que os valores são percebidos, quando as pessoas vislumbram as vantagens que uma mudança pode ocasionar, ou quando algo precisa mudar.

O comprador de imóveis passou a entender que itens de sustentabilidade, e os projetos ao entorno do imóvel fazem a diferença, tanto em sua forma de habitar quando na valorização da própria habitação, e é sobre este aspecto que o mercado imobiliário responde positivamente.

Sobre o Autor: Sergio Amaral.

Nasceu e mora na cidade do Rio de Janeiro na Barra da Tijuca, especialista em marketing digital, formado em tecnologia da informação pela Puc Campinas, estudou ciências do meio ambiente na UGF, atua no mercado imobiliário há mais de 20 anos em diferentes empresas do setor, atualmente Head of Marketing da Brasil Brokers Enjoy, lançou este ano a startup Infinite de produtos e serviços imobiliários. 





Possui 2 filhas Maria Fernanda (5 anos) e Paola (1 ano). Adora vinhos e estar com os amigos e a filhas nos finais de semana, em breve voltando a estudar psicologia com ênfase em comportamento de consumo e cognição.








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Fonte: Infinite

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